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Prólogos de Max

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Prólogos de Max

Mensagem por Maxwell de Griffon em Seg 4 Nov 2013 - 21:29

‘’-Tolos! Os fracos não podem questionar nada, afinal, não conseguem se impor aos mais fortes. Para sobreviver, todos têm que conter altas habilidades, caso contrário, sinto muito meus caros, mas, todos serão devorados nessa selva em que vivemos. ’’ – Disse.  Ao terminar tal, estalos de ossos vieram ressonar, com pobres cavaleiros de prata que tentaram deter o poderosíssimo Kyoto de Griffon caídos com seus olhos arregaçados, mesmo após a morte ainda com aspectos de surpresa. Mas, quem imaginaria que aquele seria tão forte ao ponto de matar 5 cavaleiros de prata com um único golpe¿ Realmente, não era atoa que pertencia ao grupo dos mais fortes guerreiros à comando do deus das trevas, Hades, junto aos demais que trajam as Kyotos de Wyvern e Garuda.

- Quem sabe mais tarde não viemos a nos encontrar tolos cavaleiros, claro, comigo julgando suas pobres almas sofredoras que merecem passar por toda à eternidade em um mar de sangue escaldante. – Pensou ironicamente, virando de costas para os cadáveres dos pobres seres que o mesmo tinha acabado de dizimar a sangue frio e com uma facilidade considerável. Abria um sorriso, fechando seus belos olhos dando dois passos para à frente.

Um cosmo dourado  envolvia todo o local em que vinha a se encontrar até exato momento, e rapidamente o corpo do Kyoto ficava paralisado. Enquanto já na mente do tal, mergulhava em uma escuridão profunda sem conseguir reagir. Este havia voltado a ser criança por um motivo que ainda desconhecia, vindo à vagar em meios às folhas secas que das árvores daquela escola vinham a cair, pois se encontravam na estação conhecida como ‘’-outono’’  . As mesmas carregavam consigo  colorações meio amareladas sendo magnificas e belas. Realmente, encantadoras. Maxwell ainda não entendia o porquê que tinha acontecido para lá novamente estar, não  hesitando  continuava a seguir em frente  na direção onde uma  bela garota estava, o primeiro e ultimo amor de sua vida, Miriam. Oras, como era possível tal coisa que acabava de acontecer? Talvez pudesse ser uma ilusão, todavia,  no momento o juiz vinha a ficar cego de amor novamente, ou melhor, no momento ele não era mais o temível Juiz do Inferno de Griffon, e sim uma criança apaixonada que tendia a acreditar que tudo que havia acabado de viver era apenas um sonho, melhor dizendo, um pesadelo terrível.

- Max... – Ecoavam vozes do fundo de sua mente em meio à escuridão desta , parecendo como se ele estivesse viajando por um lugar aonde a luz não tendia à alcançar. Agonizando estava , não sentido mais nada, nenhuma dor, ódio, tristeza... Era como se houvesse falecido, porém,  não ido para o inferno.  Apenas em um sono profundo o qual o mesmo não vinha a sentir nenhum tipo de emoção ou sensação.

- kk.  Novamente aquele menino estranho andando de novo por aqui. - Ele é muito diferente! E não fala com a gente, será que tem algum tipo de nojo por nós? - Vozes de crianças atormentavam o tal,  que de sua tranquilidade já vinha a se tornar um pesadelo sem termino.  – É mais fácil nós ter nojo dele! Hahaha! – Gritava um dos garotos. – Que tal darmos uma surra nele? -  Sugeria um dos garotos. – Não, parem , seus idiotas! – Exclamava uma bela garota, que era nada mais, nada menos que, a garota que supostamente o jovem Max havia de ter assassinado.

Logo os meninos que ouviram esta haver gritado daquela maneira saíram de lá, um deles fez um sinal que bateria nele depois, junto aos seus coleguinhas,  portanto tal ato fazia Maxwell ficar tremendo de medo,  suando frio. A bela garota vinha a perguntar se ele estava passando mal, mas por sua timidez não respondeu. A mesma só abria um leve sorriso, fechando seus olhos, dando a mão para o garoto acompanha-la, e por um motivo não compreendido da parte dele veio a pegar na mão dela,  logo suas bochechas ficavam um pouco avermelhadas pelo fato de estar com vergonha, dava uma breve olhada para o rosto da mesma, no entanto, voltava a abaixar sua cabeça, ainda mais tímido. Estes vinham a sentar em um banco do parque, que se encontrava deserto com somente eles dois no momento presentes. Mal sabiam o que iria acabar de acontecer com aquela  bela garota... Um homem bastante alto e forte se aproximava, logo  sacava um pequeno punhal e acerta a goela da pobre menina, que após atingida caia sobre o chão entre as folhas tentando puxar o ar pela sua boca, tentando de tudo para não morrer.

Mas, somente deus pode fazer tal milagre, todavia, quem quer morrer? Só que infelizmente aquele já era o destino da pobre garota, assim como o nosso um dia tende à chegar... Maxwell mesmo ‘’tendo conhecido ela há pouco tempo’' ficava abismado, pálido como gelo. Seus olhos tendo uma cor azul bastante clara, como um lago de belas águas cristalinas, já ficavam com um tom vermelho por presenciarem o sangue escorrendo pelo chão. O jovem permanecia imóvel por algum tempo após ter presenciado tal ato. Por ironia, em questões de alguns segundos  abria um sorriso, e um olhar diabólico, aquele não vinha  mais à parecer  Maxwell, sabe-se lá do porquê. Enquanto movimenta sua cabeça para o lado onde o assassino andava, começava a dar passos um pouco rápidos seguindo em direção ao mesmo, com sua cabeça inclinada cerca de 30 graus para o lado direito. Enfim ao chegar perto do indivíduo vinha a cutucar no tal, e logo o mesmo vira-se tentando apunhalá-lo, mas,  sem êxito algum. Com apenas uma mão aquele garoto franzino parava o golpe do tal. E com o mesmo punhal Maxwell  acertava a barriga deste, vindo rapidamente a cair sobre o chão. Surpreendentemente  aquilo não havia terminado por ali, ao ver tal assassino caído, este dava mais um golpe no estômago, puxando-a para cima e para baixo rasgando completamente a barriga do tal. O rosto de Max ficava todo cheio de sangue e o que se encontrava próximo de sua boca   limpava com a língua. No momento parecia um verdadeiro demônio...  Do nada,  a cabeça do mesmo começava a doer fortemente, formigando,  colocava suas mãos sobre ela, não suportando tanta dor  acabava ficando de joelhos.

- Maxwell de Griffon... – Sussurrava, tal frase vinha por impulso de sua boca. Voltava a retirar suas mãos de sua cabeça, não sentido mais nenhuma dor. Enquanto vinha a abrir uma gargalhada, mas seu pomo-de-adão já não era a de uma criança, e sim de adulto formado completamente.

- Realmente... Não devia ter duvidado do poder dos cavaleiros de Athena... Hahahahaha. – Continuava rindo – Bom... Está na hora de voltar, passei tempo demais nesta ilusão maldita, e desejo acabar com você, maldito cavaleiro que fez isso! – Exclamava. Enquanto uma cosmo energia negra envolvia o mesmo de forma arrasadora, fazendo com que as folhas que ali se encontravam voassem pelos céus, e as árvores sendo arrancadas por suas raízes, mandadas a uma distância que sumiam da vista de Maxwel.

Concentrando toda sua força em apenas um de seus braços vinha a socar à sua frente, aparentemente não  acertando em nada, mas, em questão de algum tempo  algumas espécies de espelhos quebrados caiam sobre o chão e logo uma explosão se manifestava por todo o local, no momento em que Maxwell fechava seus olhos mantendo seu sorriso boçal. O cenário   mudava outra vez, voltando  para o mesmo lugar em que havia acabado de aniquilar os cavaleiros de prata.

- Mas que diabos é isso... Como é possível, não há ninguém aqui! – Disse em voz baixa, estando surpreso com que acabava de presenciar.  Este concentrava seu cosmo captando de um onde havia surgido tal energia que lhe mandou para aquela maldita ilusão, não demorando muito para achar, encontrando de onde ressonava o tal, aparentemente vinha  da casa de virgem sendo emitida com uma intensidade incrível.

Uma energia semelhante à uma bola dourada seguia em direção ao Kyoto de Griffon, acertando-o, causando uma grande explosão. Após a poeira baixar, o mesmo voltava a surgir abrindo as asas de sua surplice que interferiram em danos maiores, mas, mesmo assim com alguns  tantos graves, este abria um sorriso psicopático usando a força  que lhe restava para desferir uma energia tão poderosa quanto a que havia acabado de acerta-lo. Esta passava por cima das casas com uma força arrasadora acertando a casa de virgem deixando-a em múltiplos pedaços. O defensor dela havia criado uma capsula de energia que se encontrava em alguns pedaços, com o mesmo cavaleiro vindo a estar com seu braço sangrando e seus olhos abertos  que continham colorações azuis, parecidas com a do juiz do inferno que acabava de enfrentar. Ambos pareciam que não tinham  mais condições para continuar tal combate, sendo que os mesmos estavam caindo com seus machucados.

- Max, continuamos depois esse combate! – Disse o cavaleiro de virgem, respirando forte , estando com dificuldades para fazer tal coisa. Sentado em espécie de uma flor, conhecida como lótus, assim como a geração de quase todos cavaleiros de virgem, no entanto, este especialmente mais parecido com o Shaka. Ao abrir seus olhos emitia todo seu poder, que talvez tenha lhe ajudado à conseguir parar a energia que Max havia desferido  com uma força arrasadora.

- Que seja então, cavaleiro de virgem. Apenas  apresente-se, meu caro. - Perguntava ironicamente, fechando seus olhos com um sorriso de boçalidade. Seus cabelos estavam sendo levados para o lado direito por questão do vento que para lá estava. Um dia até tanto agradável, com ventos sadios e ''gostosos'' para especialmente todos saírem de suas casas com finalidade de se refrescarem.

- Shyuzei, Shyuzei de Virgem!

[OFF] Um dia posto um treino que estupro o Luka!



Última edição por Maxwell de Griffon em Seg 4 Nov 2013 - 21:37, editado 1 vez(es)



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Re: Prólogos de Max

Mensagem por The Chaos em Seg 4 Nov 2013 - 21:35

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Re: Prólogos de Max

Mensagem por Maxwell de Griffon em Seg 4 Nov 2013 - 21:40

''Escolher a vida não é apenas um modo mais longo de morrer?’’ – Argumentou.  Ao terminar tal pequena frase contendo doze palavras, estalos de ossos vieram a ecoar sobre o local em que estavam, com pobres seres que tentavam pará-lo, detê-lo, de forma corajosa para que não viesse a  continuar a dirigir-se em direção às doze casas, encontrando-se  caídos com seus olhos extremados , mesmo após a morte ainda com aspectos de medo, só que tanto esforço foi em vão, apenas lamento. Mas, quem não viria de ter medo de um ser tão forte que é o poderosíssimo Max? E ainda por cima conseguir deixar dois cavaleiros de bronze e mais três cavaleiro de prata mortos com tanta facilidade.  Realmente, não era atoa que pertencia ao grupo dos mais fortes guerreiros à comando do deus das trevas, Hades, junto aos dois restantes Kyotos, quais tem um grande poder de comando sobre os espectros.
-Tolos! Os fracos não podem questionar nada, afinal, não conseguem se impor aos mais fortes. Para sobreviver, todos têm que conter altas habilidades, caso contrário, sinto muito meus caros, mas, todos serão devorados nessa selva em que vivemos.-  Falou em voz baixa, tal frase sempre vem a surgir em meio ao cotidiano de Maxwell, verdadeiramente, esplêndida!  - Quem sabe mais tarde não viemos a nos encontrar tolos cavaleiros, claro, comigo julgando suas pobres almas sofredoras que merecem passar por toda à eternidade em um mar de sangue escaldante. – Pensou ironicamente, virando de costas para os cadáveres dos pobres seres que o mesmo havia acabado de dizimar a sangue frio e com uma facilidade considerável. Abria um sorriso, fechando seus belos olhos dando dois passos para à frente.
Um cavaleiro com rosto tanto cansado, não sendo lá coisa bela, trajando uma armadura dourada se colocava em frente ao juiz do inferno com seus braços cruzados. O mesmo tinha cabelos negros não tão grandes, e uma altura surpreendente, chegando a ser bem maior que Max. Este abria um sorriso sádico em seu belo rosto de pele clara originalmente da Inglaterra, olhando para aquela posição em que o cavaleiro de ouro ficava. Tal o Kyoto ainda desconhecia, todavia, tão pouco importava. Trocavam olhares por algum tempo, já se enjoando o guerreiro de Hades partia em cima do cavaleiro de ouro, que aparentemente vestia a armadura de Touro. O mesmo tentava um soco direto na ponta do queixo do tal, no entanto, ao perceber uma parede cósmica ficava na frente do mesmo impedido que chegasse onde desejava. Impressionante parecia, apenas com aquela posição tanto intimidadora conseguia parar um ataque com uma força considerável vinda do poderoso juiz do inferno  de Griffon. Este tentava novamente ainda com mais força,  dando sequências de socos e ponta pés, só que parecia inútil... Completamente inútil. Como será que aquele gigante cavaleiro conseguia defender todos aqueles golpes apenas cruzando seus braços¿ Não demorou muito para que o fabuloso Maxwell descobrisse. Além do mais, ele não é nenhum idiota, talvez seja um dos mais fortes guerreiros desta geração por ser portador de uma inteligência chegando a ser inigualável, então obviamente não ficaria naquele bate e rebate contra o cavaleiro de touro. Ele veio a perceber que aquela posição era modo defensivo do mesmo, sendo uma defesa até em certo  ponto bem forte. Porém, ele lá que queria saber se a mesma era forte ou fraca, o que importava já era acabar com ela para que seus extraordinários  golpes viessem a funcionar. Mas, claro, o cavaleiro de touro não ficaria apenas vendo o Kyoto seguir em direção ao seu ponto fraco e continuar imóvel daquele jeito. Maxwell que não era bobo nem nada, já tava realmente esperando por algo do tipo, e parece que estava certo. Oras, ao chegar bem perto do touro, o mesmo lançava seu golpe que segundo ao grito do tal se chamava ‘’Grande Chifre’’ . Tal acertou cheio em Maxwell, o lançando dezenas de metros para trás, tal ataque era em uma velocidade tão grande que até este ficava maravilhado com que presenciava. Por ironia pensava que aquele combate poderia o divertir bastante, por que não¿ Fazia tempo que ele não era abençoado com uma luta digna, que fizesse seu espírito de luta ascender novamente. Quais lutas  veio à travar até agora¿ Bem,  parece que havia sido contra o cavaleiro de leão, conhecido como Luck. Ah, mas, Maxwell havia dado uma surra no mesmo, que talvez não veio a matar por ser tão jovem, com finalidade de que treinasse  e se tornasse um guerreiro forte para que em um futuro não tão distante se enfrentarem novamente.  Para quê relembrar o passado, o que importa agora é o presente, e o agora ele se encontra caído sobre o chão sem grandes arranhões ou danos. A velocidade do touro era grande, poderia ser dizer, todavia, a do Kyoto de chegava a ser ainda maior. Talvez ele não houvesse chegado a ver, mas, Maxwell tinha abrido às asas de sua súplice e as colado em sua frente na mesma hora em que o golpe havia sido lançado. Realmente, o juiz era de ser muito esperto, mesmo não parecendo em seu aspecto, dava para se notar que o cavaleiro de touro estava nervoso, um suor no lado de sua cabeça vinha a respingar sobre o chão e ao mesmo tempo em que se chocava sobre ele voltando em múltiplos para cima, aos olhos de Max tudo estava em câmera lenta, o tal fazia com aqueles múltiplos ganhassem um pingo de sua tele cinese e se tornassem apenas um novamente, fazendo o redirecionar contra o cavaleiro de touro que não vinha a ver o que Maxwell estava fazendo.  Tal seguia em direção ao olho esquerdo do cavaleiro de touro  com uma velocidade bem fraca, vindo a chegar à uma posição visível para poder penetrar este com êxito, o Kyoto movimentava seu dedo com toda a força.  Tal carregando tanto cosmo rasgava o mesmo,  só que mesmo assim o cavaleiro de touro não desfazia sua posição, apenas gritava sentido uma dor imensa com seu olho sendo queimado por uma chama negra. Não vinha a ser atoa que era um touro, sua força e resistência tendiam a ser bem elevadas. Entretanto, Max nem se quer havia feito aquilo para com finalidade de acabar com a luta, e sim apenas por diversão. Agora sim, a luta poderia continuar. Afinal, ficaria chata sem uma breve diversão vinda do juiz. Que terrível esse guerreiro de Hades, para ele foi apenas uma brincadeira, enquanto já o cavaleiro de touro gemia com seu olho sendo completamente transformado em cinzas por seu mísero ataque.
- Hahahahaha. – Gargalhava em voz alta vendo tal situação em que o cavaleiro se encontrava. – Nossa,  isso foi muito engraçado. Não achou meu caro? - Perguntou ironicamente, ainda rindo altamente da desgraça em que o cavaleiro de ouro se encontrava. Ao terminar de evaporar completamente o olho do pobre guerreiro a comando de Athena,  também vindo surgir uma marca em seu rosto, um rasgado, melhor dizendo.
- Como pode ser tão frio deste jeito, espectro? Rir da desgraça de alguém que você mesmo causou. Onde está à graça nisso, onde? - Exclamou irritado, elevando seu cosmo a um ponto assustador fazendo com o chão começasse a tremer fortemente parecendo um terremoto. Mantinha sua posição de defesa ainda mais encaixada andando mais a frente em direção aonde o Kyoto de Griffon se encontrava.
Já haviam dialogado demais para guerreiros de reinos adversários, assim pensava Max. Seguindo mais uma vez em direção ao grande touro levando  pedras, rochas gigantes que se encontravam no local, mandando-as contra o cavaleiro de touro. Só que estas iam em direção à cabeça do mesmo. Se não desfizesse a posição tomaria todas em sua cabeça. Só que este estava apenas brincando com o cavaleiro de touro, se encontrava apenas alongando a luta, já que não tinha uma diversão igual a aquela faz tempo. Tais acertaram onde Max queria, só que o Gold Saint as ignorou, parecendo suportar todas as dores sem problemas.
- He. Muito bom, meu caro. Só se apresente não acha que é falta de educação um homem tão forte como você não dizer seu nome? - Perguntou, de forma irônica. Parando onde estava para ouvir o que ele tinha a dizer. Seus cabelos que carregam colorações brancas que  eram levantados por uma brisa que ali batia, a mesma era refrescante e sadia. O clima estava até tanto agradável para as pessoas saírem de suas cabanas e estarem debaixo das árvores para sentirem os ventos frescos que estavam tendo.
- Claro. Por que não? Mesmo sabendo que você irá morrer é sempre bom que saiba... – Respondeu, também usando ironia, ainda sentido dor onde seu olho costumava ficar. Costumava, por que agora já não havia mais nada ali, há não ser claro, um buraco, que por sinal era bem feio. – Eu me chamo Aldebaran.
- Nossa, nem acredito que  vou morrer. Aliás, quem será esse indivíduo? Porque você é que não é. Hahahahaha.- Voltava a gargalhar. – Agora deixe de gracinhas e vamos lutar! – Seguia em direção ao cavaleiro de touro em toda a velocidade, ainda carregando um sorriso sádico, e um cosmo estrondoso. Por onde ele passava poeiras eram levantadas impossibilitando cada vez mais a vista de quem lá se encontrava.
Parecia que desta vez ele já estava disposto a acabar realmente com aquela luta, talvez sua vontade de brincar já houvesse passado. Mas, que pena, não¿ Digo, coitado do cavaleiro de touro. Agora ele já iria saber a real força do Kyoto de Griffon, da estrela celeste da Nobreza, encarregado pela terceira esfera do mundo dos mortos, enquanto conhecia por todos no mundo dos vivos, carrega o titulo de ‘’O juiz da Morte’’. Só talvez já tenham esquecido este título, só que, o que importa¿ Já o quê importava era que o touro havia de morrer, talvez, quem sabe.  Agora tanto os olhos quanto o sorriso do juiz já se tornavam diabólicos, no entanto, impressionante isso. Dizem que só acontece quando ele realmente está disposto à matar um indivíduo, acho que já se concretizava o que iria acontecer com o pobre cavaleiro de oro, Aldebaran. Outro ato impressionante era o de ver o aspecto de medo da presa do Griffon, ele parecia estar tremendo, suando frio. Como Maxwell consegue ser terrível quando necessita, deixou aquele brutamontes se tremendo de medo apenas com o seu olhar, ou será que não? Vendo melhor, o cosmo do grande touro estava com uma energia roxeada. Então já era óbvia a resposta. Max usando sua inteligência imensa impedia os movimentos do tal com sua poderosíssima tele cinese. Sendo assim, se o touro resolvesse atacá-lo seus movimentos já seriam bem mais lentos. Como é inteligente esse maravilhoso guerreiro conhecido como ‘’O juiz da morte’’ enquanto ainda não o fabuloso guerreiro a comando do deus das trevas. O Kyoto começava atacando usando socos com seus braços pesados carregados em cosmo, fazendo assim com que pouco a pouco aquela posição fosse se desfazendo, queimando os braços do cavaleiro de ouro com as chamas negras do inferno. Tais estavam causando muito efeito, não só desfazendo a posição mais também causando fortes queimaduras nos braços de Aldebaran. Pouco a pouco iam se desencaixando, centímetros em centímetros eram retirados ‘’tintim por tintim’’. Por fim, vendo que seus braços já estavam quebrados tanto Maxwell quanto ao cavaleiro de touro já sabiam o que iria acontecer, não? A resposta já se encontrava clara. Muito clara. Que pena, parecia que mais uma alma chegaria para Max julgar, seria mais trabalho, ou apenas motivos de risadas para lembrar-se de como o venceu facilmente¿ Aliás, ainda tinham os cavaleiros de prata. Pelo menos morreram com dignidade lutando até o fim,  mesmo sabendo que não carregavam força o suficiente para vencerem este demônio que o próprio mundo veio a fazer.  Mas, parecia que o fim do grande touro não seria tão diferente aos do de prata. Morreria com honra, pelo menos até agora. Maxwell inclinava sua cabeça cerca de 30 graus para o lado direito, abrindo um sorriso enorme e assustador. Andava em direção ao touro elevando seu cosmo a um ponto extraordinário fazendo com tudo que lá se encontravam fossem mandadas para trás. O Kyoto colocava sua mão a frente abrindo seus dedos, e ao perceber o corpo de Aldebaran já estava todo envolvido pelos fios invisíveis do juiz de Griffon. Max pensava, será que arrancava logo a cabeça dele, ou iria destroçando membros por membros para fazer o tal saber o que é sofrer de verdade. Resposta inevitável... Da forma fria em que pensa, escolheu a mais dolorosa.
Primeiro começou quebrando o braço esquerdo do touro, entortando-o em 630 graus. É... Como alguém consegue ser tão frio quanto a Max. Dificilmente vá encontrar alguém com este temível perfil psicológico, é difícil, mas, também não é impossível. Do jeito em que o mundo está se dirigindo ao caos cada vez mais, não surpreende nada que ajam mais pessoas como o Kyoto de Griffon.
- Sinto muito, mas, minha paciência já acabou. Irei logo decepar sua cabeça e acabar com isto. Mais olha, vai ser bem melhor para você. Não virá a sofrer tanto. Adeus! – Ao terminar, apenas um estalo veio a ressonar. Maxwell virava-se de costas para o cadáver que caído sobre o chão se encontrava.  – Mais um cavaleiro de ouro morto. Realmente... Parece que, estes cavaleiros de Athena só passam de fanfarrões fracos. Se continuar deste jeito, a guerra santa será mais fácil do quê eu pensava...
Detém de o verdadeiro poder, então ele pode fazer o que bem entender... Como ele próprio vem a dizer. Os fracos não conseguem se impuser aos mais fortes, afinal, só passam de fracos. Se quiserem sobreviver todos tem que treinar e treinar, arduamente para que possa conseguir pelo menos uma pequena quantidade de uma força considerável, se não, virá a ser morto facilmente. Pois ninguém, absolutamente ninguém é integral nesse mundo. Assim ele pensa. Vai ver foi por causa do quê à vida causou para este pobre jovem. Que teve um amor que o traiu , que deis de sempre sofreu bullying. Sendo fechado, não gostando de interagir com ninguém quanta criança, e até mesmo agora sendo jovem. Mais agora é respeitado, agora ele não tem medo de ninguém, agora são os outros que tem medo dele, agora... Tudo mudou talvez ele não houvesse ficado deste jeito se o mundo não fosse dessa maneira, culpa desse mundo. Por isso este se juntou ao imperador do mundo dos mortos, para fazer um mundo sem traições e mais traições, onde todos contes-sem  um coração puro. Não pense que este não foi portador de um coração puro, Max teve um, só que tanta pureza se tornou em ódio, raiva. Tudo por culpa do mundo em que Athena ainda insiste a continuar, será que realmente Athena é uma deusa boa? Ou apenas quer ver a Terra se mergulhar em trevas de uma vez por todas? É uma coisa se pensar, não é mesmo¿  Vai ver Athena só estava manipulando pessoas, fazendo-as acreditar que Hades é o real deus que todos devem temer. Porque Hades, ele realmente deseja que parte da humanidade acabe. Apenas isso, fora quer fazer um mundo como os campos Elísios, o qual somente aqueles que se arrependeram de todos os seus pecados vêm a adentrar, ou seres que possuem proteção divina. Todavia, falando sério, quem não quer morar em um mundo como os lindos e magníficos campos Elísios?



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Re: Prólogos de Max

Mensagem por The Chaos em Seg 4 Nov 2013 - 21:42

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Re: Prólogos de Max

Mensagem por Maxwell de Griffon em Seg 4 Nov 2013 - 21:55

- Mais um dia, e eu aqui novamente estou. – Resmungava, retirando sua cabeça que estava sobre o grande livro das almas. Em um silêncio total se encontrava o local, também conhecido como ‘’a casa do julgamento’’ sendo a primeira prisão do mundo dos mortos. O temível mundo dos mortos, o qual mesmo indesejável ainda há várias pessoas que cometem atrocidades não levando em consideração a que um dia lá parará; Recebendo julgamentos nada desejáveis. Se até mesmo pessoas boas vão para um lugar horrível, imagine pessoas más? Quanta tolice vinda da parte dos mesmos.

Do nada, ou melhor, não vindo a  esperar tão já o juiz do inferno que lá estava,  o grande portão se abria vagarosamente, transmitindo alguns ruídos tantos ‘’chatos’’, mas, não incomodando de forma tão elevada. Enquanto um jovem ser, trajando uma armadura dourada se locomovia em direção ao juiz, e diante ao mesmo se ajoelha pedindo clemencia.

- Tenhas piedade de minha alma, te peço senhor! – Exclamava com o volume de sua voz estando baixa. Saindo de seus olhos lágrimas sinceras de arrependimento, que escorriam por seu rosto, vindas a cair sobre o chão. Tal carregava um coração puro e ao mesmo tempo imerso as trevas. Parecendo como que houvesse se arrependido por todos os crimes, deveras realmente parecendo arrependido por todos os tais.

- Meu jovem... Sinto em dizer, mas, seu lugar é arder nos piores dos infernos. Você matou pessoas em nome do mal, e agora em nome da ‘’justiça’’, pude presenciar tudo isso apenas lendo um pouco do seu coração desgraçado. Onde se há justiça tirando vidas de seres tendo a vida  de total preciosidade como a sua¿ A parti de agora, irei ver os relatos sobre todos os mesmos. – De repente, um olhar pasmo surgia. - Mais como¿ Ainda não há nenhum relato sobre você aqui.  Vamos, diga o seu nome e todos os crimes que cometeu.

- Meu nome é Klaize, o cavaleiro de ouro de gêmeos. – Respondeu. – Realmente, eu posso ter cometido diversos crimes, mesmo agora, sendo em nome da justiça. Mas, não posso dizer tanto já que estive no lado do mal. Só que agora, pretendo acabar com toda a maldade do mundo para aí sim receber a punição divina. Só que sinto em lhe dizer, meu caro, é que você jamais verá meus crimes neste livro, já que não estou morto. – Disse, abrindo um sorriso de convencimento em seu rosto, fechando seus olhos ainda mantendo-se de joelhos perante à um dos  juízes do mundo dos mortos.

- Não seja presunçoso... Um reles mortal que não é deus não tem o direito punir o semelhante! Existe um lugar perfeito para quem é violento, e você será mandado ainda vivo para lá!- Sem delongas vinha a se levantar abrindo a palma de sua mão, rapidamente raios de luzes roxeados vinham a resplendecer o local com a energia seguindo em direção à alma do antigo cavaleiro de gêmeos. O primeiro vale da sexta prisão;  é um inferno de sangue, aqueles que usaram da violência e feriram outras pessoas durante a vida vão para este temível lugar. E lá sofrem por toda a eternidade num mar de sangue escaldante. Tais de certa vieram a falhar, o cavaleiro de ouro criava uma dimensão voltando para a sala em que se encontravam. – Por que voltou?

- Então está me dizendo que, você acha  que realmente há alguém  no mundo que consiga viver sem nunca ter feito nada de errado¿ Por mais pura que a pessoa seja ela precisa tirar a vida de animais e vegetais para viver. Acaba odiando, sentido rancor e machucando alguém. Mas,  diversas dessas pessoas não queriam isso. Se mesmo assim você diz que as pessoas são más, está afirmando que o simples fatos de já estarmos vivos já é maldade! – Argumentou, sendo de certa forma comovente, enquanto ficava com seus olhos fechados com seu braço direito alevantado.

- Infelizmente o único que pode responder isso é deus. Eu apenas julgo aqueles que são enviados para cá de acordo com as leis do mundo dos mortos. Culpado ou inocente! No entanto, não há ninguém que veio a esse tribunal que seja considerável inocente. – Logo após frase, sendo tanto fria, todavia, não deixando de ser verdade, o Kyoto movimentava seus dedos e dos mesmos não podendo ser notado ou visto, fios de energias seguiam em direção à aquele sujeito que havia acabado de adentrar no local. Este vinha a ser totalmente envolvido, apertando seu pescoço e pressionando os seus braços. Já suas pernas eram torcidas, dando pequenas voltas. Contando-as, num total de 420 de graus. Já sendo totalmente quebradas de forma bem aterrorizante.

O cavaleiro de ouro estava sendo totalmente ''destruído'', tendo seus ossos quebrados em atos de total frieza, não tendo um pingo de pena. Impressionante como este viria de ser tão cruel daquela maneira. Um rosto tão belo com olhos encantadores contendo um sadismo irrelevante. Como já avistado diversas vezes, tal pôde ter se tornado um ‘’monstro’’ por conta da maldita vida que deveras foi muito cruel com o mesmo. Talvez possamos entender como pensa; ‘’Se a vida foi cruel comigo, eu vou ser cruel com quem desfruta dela’’. Talvez... Ou não pense assim. Ninguém sabe seu real modo de refletir. Só que, deste modo parece bem mais provável, não é¿. Enfim, o Gold Saint tentava reagir, todavia, parecia totalmente inútil. Quando o juiz do inferno já viria de dar seu último golpe, aqueles fios eram arrebentados, sendo um ato deveras surpreendente. Já que até agora ninguém havia conseguido tal façanha. Maxwell acabara de abrir um sorriso, tanto sádico, parte de seus cabelos encobriam seu olho esquerdo, e o tal retirava a roupa de juiz, para que não a sujasse com sangue imundo.

- Então vai preferir lutar e acabar morrendo de qualquer maneira em vez morrer sem reagir¿ Se hesitar essa luta, prometo apenas arrancar sua cabeça para que morra sem muitos sofrimentos. Veja, é uma boa escolha. – Disse ironicamente, fechando seus olhos desaparecendo o sorriso sádico, já surgindo outro de boçalidade. Em seus braços uma energia com coloração roxa aparecia, e em seus dedos também, algumas chamas contendo cor totalmente negra tendiam a surgir, que passavam para a mão do mesmo de forma que não o queimava. Seus olhos, tendo cores azuis bem claras ficavam da mesma cor em que as chamas eram.

O cavaleiro de ouro claramente não ficaria apenas observando Maxwell matá-lo, sem ao menos tentar algo. O mesmo correu em direção ao juiz do mundo dos mortos responsável por diversas almas mesmo estando com uma de suas pernas quebradas. Do nada, o cenário mudava completamente, por um instante perecia com que estes estivessem em uma galáxia, a qual os planetas seguiam em direção à Max para tentar destroçá-lo. A força com que os tais se manifestavam era estrondosa, o Kyoto logo tratou de ativar sua técnica, tendo o nome de ‘’Barreira das Trevas’’. Com a ajuda da barreira e das asas de sua súplice conseguia deter o impacto destes, mas, mesmo assim recebendo alguns danos que não vieram a serem maiores por tal estratégia que o tal teve de planejar em menos de um milésimo de segundo. Bem, ele já teve sua chance, não teve total êxito, agora o único destino daquele pobre cavaleiro tendia de ser a morte. Por que será em todas as lutas que Max vem a travar o inimigo sempre tem uma chance, todavia, acaba sendo surpreendido pela inteligência do mesmo¿ Vai saber... Como já visto diversas outras vezes , o que faz este guerreiro um dos mais fortes é sua inteligência e esperteza em combate. Tornando-o um observador nato. Deixando de delongas, tal abria suas asas, ao mesmo tempo em que abria um sorriso maléfico em seu rosto. Em seus olhos, poderia nota-se que carregava uma coisa, que poderia se descrita com sede de sangue. A maioria das vezes que o tal vem a ficar assim é quando está prestes a assassinar alguém. Será que seria o destino do cavaleiro de ouro¿ Bem, o restante do tempo revelaria absolutamente tudo. Parecia que o Saint de ouro já acabara de gastar todas as forças que lhe restava, sua perna tremia enquanto seus braços sem movimento estavam. Aparentemente, viria de ser o fim do cavaleiro de ouro. Também sendo impressionante a força que o Kyoto de Griffon carregava juntamente a um modo frio e cauteloso de agir. Não é qualquer um que tem tais qualidades, sendo completamente importantes para com que se sagre vencedor em uma luta dificílima, todavia, o juiz ainda não veio de adentrar em algum combate que lhe tenha deixado bem motivado, ou que o fez usar todo o seu poder. Chega de papinhos, Maxwell voltava seu corpo descendo as escadas do tribunal, já seu cosmo crescia intensamente fazendo com o cavaleiro de ouro de gêmeos pudesse ser levado para trás. Estava decido, já tinha perdido muito tempo naquele combate tosco, sendo assim usaria uma de suas mais poderosas técnicas. Contendo o brilhante nome de ‘’Fios Demoníacos’’. Assim como a originalidade do nome, tal consistindo em prender o oponente, envolvendo primeiramente os braços e pernas de Klaize. Seguidamente lançando choques de energias que causavam enormes queimaduras por todo o corpo do mesmo. Esta interagia de forma que não podia ser vista e nem ao menos notada à olhar nu, e Maxwell optou por usar a última variação desta magnifica técnica. Totalmente envolvido pelos fios, o Kyoto elevava seu cosmo a um ponto imerso, fazendo assim como que todo o corpo do oponente seja-se massacrado, quebrando todos os ossos do cavaleiro de gêmeos. Só aconteceu, pelo fato do manuseio de Max, apresentando uma enorme apresentação de sadismo, não tendo um pingo de pena ou dó se quer.

- Caso encerrado! De toda maneira, será enviado para o primeiro vale da sexta prisão. Embora seu corpo já irá estraçalhado para lá. Agora arrependa-se de seus crimes enquanto seu corpo queima e sua carne derrete até os ossos. – Dizia Maxwell, abrindo um leve sorriso sádico em seu rosto, vindo a fechar seus belos olhos azuis voltando a sentar-se em sua cadeira, agora novamente a espera que novas almas viessem à adentrar naquele lugar sagrado.


Última edição por Maxwell de Griffon em Seg 4 Nov 2013 - 22:01, editado 2 vez(es)



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Re: Prólogos de Max

Mensagem por The Chaos em Seg 4 Nov 2013 - 21:58

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Re: Prólogos de Max

Mensagem por Maxwell de Griffon em Ter 5 Nov 2013 - 20:22


A luta entre a luz e a escuridão. - Parte 1
- “Não me mate, não me mate, por favor,”! – Exclamava, pedindo clemencia de sua vida miserável. Todavia, pedir para continuar vivo com que viria de está prestes à matá-lo é idiotice. Quanto mais pede piedade por sua vida, mais ele quer acabar de vez com ela, sem dó e compaixão; Clemencia... Talvez esta palavra não aja em seu dicionário. Nunca, jamais veio a ter clemencia de alguém, ou um ser, ainda mais repugnante que fica chorando por sua vida em vez de estar protegendo sua dona e seus ideais. Já estava óbvio o destino, que claramente deve de ser a morte. Embora ache que talvez ou não este homem que está prestes a matar volte a vê-lo, só que depois o fim ainda será pior que este tendendo logo a chegar.

Que cavaleiro mais fraco e idiota, pediu para que não o matasse, agora também já está sem honra. Será que são estas as forças dos cavaleiros de Athena? Se for... A guerra santa irá acabar com os espectros se sagrando vencedores. Embora também haja diversas estrelas malignas no submundo que não carregam forças suficientes para sobreviver. Dentre eles, um espectro chamado Ivan de Papillon, da estrela Terrestre Sinistra, todavia, o mesmo aos poucos está evoluindo, só que provavelmente não consiga conter habilidades elevadas em tão pouco tempo. Pronto para dar o golpe final no pobre cavaleiro, que provavelmente trajava uma armadura de prata, este era interrompido por outro cavaleiro que vestia uma armadura dourada. Engraçado o mesmo, ele estava com os olhos fechados, parecendo como se fosse cego. Maxwell ao ver aquilo abria uma gargalhada, debochando, do mesmo, logo após o Kyoto parava com tal atitude.  Observando aquele pobre ser que veio a ficar em sua frente. Já deixando de delongas o juiz do inferno seguia em direção do mesmo, tentando lhe acertar um soco. Mas, fora do nada o mesmo desaparecia, e quanto ressurgia se encontrava atrás do Kyoto sentado em uma  lótus. Este ficava tanto bravo por tê-lo feito de idiota, mas, ao mesmo tempo ficava feliz por aquele sujeito parecer bastante forte. Mas, guerreiros não lutam com palavras, e sim com os punhos. Ao tentar acertar o cavaleiro que sentado na lótus dourada estava, uma barreira cósmica envolvia o cavaleiro de Athena  não deixando que seu ataque chegasse até o mesmo, evitando com sofresse danos. Isso era intimidador e ao mesmo tempo humilhante, o tal sentado em posição de meditação enquanto Maxwell tentava acertá-lo sem êxito algum. Bem, isso teria de mudar, claramente, caso contrário o poderoso juiz perderia sua fama de um dos guerreiros mais fortes desta geração. Deveras o cavaleiro de ouro viria de conter uma força chegando a ser igual, ou até mesmo superior à do Kyoto, sendo assim a luta teria de ser muito emocionante, pelo menos para Max. Este então abria um sorriso no canto da boca, enquanto seus olhos ganhavam traços mais ‘’apertados’’, digamos. O vento que batia pelo local fazia com seus  cabelos brancos fossem levantados e soprados para o lado direito, igualmente à os cabelos loiros do Gold Saint que mais a sua frente se encontrava. Tais também eram sadios, frescos, bastantes gostosos para todos desfrutarem do mesmo. Tais estavam em lugar o qual do lado havia algumas árvores, e alguns relevos, contendo também algumas rochas gigantes. Isto era muito bom para o Kyoto, se o cavaleiro  não souber de sua habilidade seria pego de surpresa pelo tal.

- Qual seu nome, meu jovem cavaleiro? - Pergunta, ainda com aquele sorriso no canto da boca, com seu braço em sua cintura enquanto olhava para Saint que ele posicionado estava. Minúsculas pedras eram levadas pelo vento, seguindo em direção ao jovem guerreiro a comando da deusa da sabedoria.

- Meu nome Riuzey, sou o cavaleiro de ouro de virgem. E não perguntarei o seu, pois já conheço bem, ''o poderoso juiz do mundo dos mortos, Max.'' Eu sempre pessoalmente tive vontade de conhecer sua força... – Responde, ainda permanecendo em posição de meditação, com seus olhos fechados com um aspecto tanto sério.

A luta tende a ser deveras boa, sendo que ambos carregam forças surpreendentes. Era tudo que Maxwell pediu aos deuses, de vim a ter um combate bom, que posasse usar todo o seu poder, que realmente vem de ser grandioso demais. Este olhava fixamente para o cavaleiro de virgem, tentando achar um erro naquela cápsula de energia. Após alguns segundos analisando, percebia uma pequena e imperceptível rachadura, que provavelmente foi causada por seus ataques anteriores; Mesmo sendo tão pequena, já podia ser o bastante para que  pudesse destruída, ou de certa forma vence-la. Bem, já havia se passado tempo demais para ambos os guerreiros de forças consideráveis que continuassem de ficar apenas se observando. Então o Kyoto outra vez seguia em direção á Riuzey, indo especialmente à encontro daquela pequena rachadura. E com seu punho carregando uma enorme quantia de cosmo energia acertava naquele ponto, sendo que as trevas que envolviam seu punho se manifestavam por toda aquela defesa, apodrecendo-a, e por fim a destruindo por completa. Seguidamente, este juiz abria um sorriso sarcástico, ficando a poucos centímetros na frente do Gold Saint. A mesma viria de ser tensa, realmente muito difícil para Max sair vitorioso, embora sendo difícil, estava longe de ser impossível. Para um guerreiro como o portador da Sapuris de Griffon, nada tendia a ser impossível por conta do enorme poder que carrega em si, que jamais veio a usá-lo todo, pelo menos por enquanto. Já que a guerra santa se aproxima, não seria nada surpreendente que perdesse, ou ganhasse por sorte...

- Não é atoa que pertence ao grupo dos três poderoso juízes do mundo do inferior... Além de conter forças surpreendentes, ainda é portador de uma inteligência super elevada. Nem eu mesmo havia notado a pequena rachadura que causaste... - Disse,  enquanto pequenos pedaços semelhantes a cristais caiam sobre o chão, evaporando. E lentamente abria seus olhos, que ao mesmo tempo em que os abria uma força arrasadora e esmagadora surgia naquele local. Tendo estes uma cor azul bem clara, chegando a serem parecidos com à de Maxwell, que agora em sua face abria um sorriso enorme, estando alegre pela força que o cavaleiro de ouro carrega.

Continua na próxima parte...



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Re: Prólogos de Max

Mensagem por Mani/Ares em Ter 5 Nov 2013 - 20:36

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Conheça o seu inimigo como a si mesmo e não precisa temer o resultado de cem batalhas...
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Re: Prólogos de Max

Mensagem por Maxwell de Griffon em Ter 12 Nov 2013 - 21:04

A luta entre a luz e a escuridão. - Parte 2
Passaram anos, décadas, séculos, até finalmente o deus temido por todos reencarnar... E desta vez o recipiente foi o jovem mais puro da geração cujo nome de Aziel.  Tão pouco se sabe do mesmo, e também tão pouco importa para todos no submundo. Afinal, é apenas um recipiente para a gloriosa alma do imperador do mundo dos mortos tender à usar. O juiz de Griffon se encontrava aos arredores do santuário observando um jovem cavaleiro que abismado estava por sua defesa mais poderosa ter sido destruída com certa facilidade em relações a todas as lutas que veio de travar até agora.

Ao abrir seus  belos olhos azuis sendo semelhantes aos de Maxwell – qual estava duelando tendo combate equilibrado . - Uma energia carregada de ventanias destroçavam tudo que estava pelo caminho, exceto um. O Kyoto de Griffon não seria derrubado, e muito menos destroçado por tais ventos que segundo ele eram maravilhosas brisas refrescantes que faziam com que seus cabelos brancos como neves fossem  levantados. O sorriso que tal continha em sua face parecia mirabolante, como se houvesse tramando alguma coisa, qual impossível de se saber até realizar ato, afinal, a habilidade do mesmo não permite tal coisa que até mesmo deuses viriam de ter dificuldades. Por quê? Pelo fato de sua pobre vida ter sido um terrível pesadelo, e ainda sim aguentou de forma tão surpreendente. Ou seja, atacá-lo com ilusão ou tentar ler sua mente com seu modo de pensar impiedoso é uma total burrice, sendo a coisa mais estúpida se vier de ser um mero mortal imundo.
Que belos olhos o virginiano carregava,  chegavam a ser invejados. Claramente... Vinham de ser parecidos com o de Max, já era de se saber. Quem já viu o Kyoto de Griffon lutar poderia observar que o cavaleiro de virgem estava sendo imprudente. Deixar múltiplas coisas ali destroçadas sabendo que o mesmo tem uma enorme telecinese era algo inadmissível.  Mas claro... Max não está nem aí pelas burrices de seus adversários, a única coisa que importa é vencê-los de qualquer forma. – Também não sendo injusto, apenas sabendo usar  as fraquezas de seus pobres oponentes a seu favor. – Mais uma vez vem a calhar àquela questão; ‘’guerreiros não lutam com os olhos e sim com os punhos’’. Usando esse argumento lá vai mais uma vez ‘’ o juiz da morte’’ seguindo em direção à Riuzey. Agora, já com seus magníficos olhos abertos o cenário mudava, e ao que vinha demostrando espíritos ali se encontravam, rindo de forma diabólica. Parece que Maxwell estava errado ao dizer que finalmente teria um combate digno... E ao cavaleiro de ouro exclamar uma pequena frase - ‘’ Espíritos Malignos’’- O espectro abria uma gargalhada em voz alta, debochando da cara do imprudente virginiano.
- Hahahahaha! Você acha mesmo que com tal ilusão barata eu teria medo e que Sá ser manipulado pela mesma? Que tosco e idiota você foi agora, cavaleiro de ouro. Eu realmente estava bastante emotivo e eufórico por tal combate que estavávamos iniciando. Mas, vendo agora tal golpe que acabou de tentar realizar confesso que eu estou bastante triste por ter acreditado que Athena realmente tinha cavaleiros fortes... Por um breve período achei, mas agora tenho certeza que não. Não pelo o que veem demonstrando com suas forças mixurucas  e toscas. – Argumenta, usando certa ironia em sua longa frase. Vem de dar uma breve pausa seguidamente após ganhar um pouco de fôlego continua. – Você realmente me deixou bastante triste, ‘’Riuzey’’! – Após citar o nome do mesmo, um olhar diferente dos demais que já havia demonstrado durante o combate surge. O mesmo parecendo tanto sádico e com o sorriso da mesma forma assustadora que acabara de aparecer.
O santo de Athena engolia sua saliva parecendo como se tivesse dificuldades, enquanto um pouco de suor e um aspecto de medo transparecia em sua bela face pasma. Era impossível não notar-se aquilo... Obviamente, a luta já havia acabado ali, com tal cena que veio de deixar Max ver. Que triste, um guerreiro com medo de seu adversário, chega a ser tanto... Humilhante, não?  Deveras, o duelo havia chego ao fim ao deixar transparecer em sua face uma emoção cujo não deve existir em combates.  Bem, agora não adianta mais lamentar, o que aconteceu, aconteceu. Não há como voltar atrás por existir algo chamado ‘’ tempo’’. 
Deixando de delongas, Maxwell  direcionava-se aparentemente com intenção de acertar um soco no rosto de Riuzey. Porém o mesmo consegue se esquivar... Bobagem. Era apenas uma estratégia que o Kyoto usou para com que o mesmo não percebesse seus fios invisíveis a olho nu o envolvendo por completo e o apertando de forma grotesca.  Primeiramente o enrolando pelos braços e pernas, enquanto apenas um pressionava o  pescoço do mesmo fazendo assim com que perdesse o fôlego estando prestes à morrer.
Max pensa, será que arranca logo a cabeça dele, ou ir destroçando membros por membros para fazer o tal saber o que é sofrer de verdade? Resposta inevitável... Da forma fria em que pensa, escolheu a mais dolorosa - como já era de se saber.
Primeiro começou quebrando o braço esquerdo do mesmo, entortando-o em 630 graus. É... Como alguém consegue ser tão frio quanto ao Max?!  Dificilmente vá encontrar alguém com este temível perfil psicológico. É difícil, mas também não é impossível! Do jeito em que o mundo está se dirigindo ao caos cada vez mais, não surpreende nada que ajam mais pessoas como o Kyoto de Griffon.
- Sinto muito, mas minha paciência já acabou. Irei logo decepar sua cabeça e acabar com isto. Mais olha, vai ser bem melhor para você. Não virá a sofrer tanto. Adeus, meu caro! – Ao terminar, apenas um estalo veio a ressonar. Maxwell virava-se de costas para o cadáver que caído sobre o chão se encontrava.  – Mais um cavaleiro de ouro morto. Realmente... Parece que, estes cavaleiros de Athena só passam de fanfarrões fracos. Se continuar deste jeito, a guerra santa será mais fácil do quê eu pensava.
Detém do verdadeiro poder, então ele pode fazer o que bem entender... Como ele próprio costuma a dizer. Os fracos não conseguem se impuser aos mais fortes, afinal, só passam de fracos. Se quiserem sobreviver todos tem que treinar e treinar, arduamente para que possa conseguir pelo menos uma pequena quantidade de uma força considerável, senão, virá a ser morto facilmente. Pois ninguém, absolutamente ninguém é integral nesse mundo. Assim ele pensa. Vai ver foi por causa do quê à vida causou para este pobre jovem. Que teve um amor que o traiu. Que deis de sempre sofreu bullying. Sendo fechado, não gostando de interagir com ninguém quanto ainda garoto, e até mesmo agora sendo jovem. Mais agora é respeitado, agora ele não tem medo de ninguém, agora são os outros que tem medo dele, agora... Tudo mudou talvez ele não houvesse ficado deste jeito se o mundo não fosse dessa maneira, culpa desse desgraçado mundo. Por isso este se juntou ao imperador do submundo, para fazer um mundo sem traições e mais traições, onde todos contes-sem  um coração puro.
Não pensem que este não foi portador de um coração puro, Max teve um, só que tanta pureza se tornou em ódio, raiva. Tudo por culpa do mundo em que Athena ainda insiste a continuar, será que realmente Athena é uma deusa boa? Ou apenas quer ver a Terra se mergulhar em trevas de uma vez por todas? É uma coisa se pensar, não é mesmo?  Vai ver Athena só está manipulando as pessoas, fazendo-as acreditar que Hades é o real deus que todos devem temer. Porque Hades, ele realmente deseja que parte da humanidade acabe. Apenas isso, fora quer fazer um mundo como os campos Elísios, o qual somente aqueles que se arrependeram de todos os seus pecados vêm a adentrar, ou seres que possuem proteção divina. Todavia, falando sério. Quem não quer morar em um mundo como os lindos e magníficos campos Elísios?



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Re: Prólogos de Max

Mensagem por The Chaos em Ter 12 Nov 2013 - 21:08

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Re: Prólogos de Max

Mensagem por Maxwell de Griffon em Ter 12 Nov 2013 - 22:29

Hã? Isso poderia ser possível?! O poderoso Maxwell se encontrava caído sob um chão portador de terras inférteis, claramente com as mesmas não podendo gerar nem ao menos um único ser vivo, com exceção da Mokurenji, claro.  Era inacreditável de se ver, o mesmo estava com várias feridas sobre o corpo não conseguindo reagir aos golpes que recebia sem um mísero pingo de pena. Como? Aquele não parecia o Kyoto que todos conhecem com sua idade presente! Sim, agora já poderia ser explicado... Ainda não era o poderoso juiz de Griffon, e sim apenas um jovem treinando arduamente para que finalmente posasse ocupar seu cargo mais a frente em um futuro não tão longe. Muito pelo contrário, estava bem mais próximo do que poderia imaginar. Que mentor mais cruel este veio de ter, embora da mesma forma Max gostasse de treinar daquele jeito, já que aquela dor física que sentia não chegava nem perto da que sentiu em seu coração ao ser traído por um sentimento maldito que o transformou em um ser insano.
Nem mesmo seu próprio mestre acreditava em que todas as feridas que cometia em seu discípulo se cicatrizavam ao decorrente de um curto período de tempo fazendo assim com que o garoto ganhasse novas energias para que nunca parasse de se levantar, sempre surpreendendo sua excelência.  Não adiantava... Toda vez que tentava atacar era derrubado. Mas mesmo assim levantava-se e acabara a tentar outra vez, com a esperança de que em algum momento faria uma façanha. E não era atoa, cada vez mais seu mentor já vinha a ter certas dificuldades em deter os golpes do jovem, e em breve momento pôde sentir um cosmo gigante e sombrio vindo dele, dando alguns passos para trás estando abismado com aquilo. Maxwell seguia em direção ao mesmo tentando lhe aplicar um soco com todas as forças que ainda carregava – não sendo pouca. – e com os dois braços aquele homem criava uma pequena barreira de trevas tentando segurar o punho do futuro Kyoto, embora viesse a fracassar, como esperado, sendo totalmente destruída.
Ainda continuando com a incrível força acerta o rosto de seu mentor, causando um ataque arrasador. Mesmo assim, o sujeito que recebeu tal apenas veio de ter seu rosto um pouco virado, observando Max - com seus olhos amarelados tendo um tom cor de mel, estando com aspecto sério em sua face sinistra. – Retira o punho de seu rosto, segurando no pulso de Maxwell,  arremessando-o para cima. Enquanto o mesmo subia, saltando com seu joelho inclinado com intenção de acertar em cheio seu estômago.  Porém num veio a ser com total êxito. O garoto não era burro de esperar ali o golpe sem nem ao menos reagir, e com a tentativa do ataque de seu mestre o mesmo dar uma cambalhota para trás, aterrissando sob o solo  saindo ileso. Finalmente, parecia que aquele seria um combate, ambos pareciam estar em igualdade. Quer dizer, nem tanto. Afinal, a experiência claramente também conta e é essencial, todavia de qualquer forma tão pouco importa.
A futura promessa dos guerreiros de Hades mais uma vez acabara de tentar outro ataque frontal, só que sua excelência se desviava e tentava um soco na ponta do queixo do jovem.  Também não acertava, o vento do golpe passava bem próximo, chegando a causar um pequeno corte e quase que imperceptível d’baixo da maxilar deste. Chutes e pontapés Max recebia, no entanto conseguia defender com seus braços. Ambos permaneciam ali em uma luta equilibrada, até que seu mentor dar alguns pulos para trás, levando seus braços para a frente.
- Destruição, Máxima! – Exclama. A imagem semelhante à um dragão surge seguindo em direção à Max o acertando, causando um impacto ‘’tremendo’’ fazendo com que o mesmo fosse mandado a metros de distancia do local qual se encontrava.
Seus braços já estavam todos feridos, igualmente a todo seu corpo. Ignorando toda a dor que sentia, com seus punhos ‘’lascados’’ o fixava sob o piso, tentando ganhar forças para que posasse ficar de pé novamente. Deveras estava sendo muito difícil e doloroso para ele, chegava a ser surpreendente que um garoto daquela idade aguentasse tanto assim de forma assustadora. Ou melhor, mais assustador mesmo era seu mestre que o submetia àquilo.  Agora Max estava ainda mais motivado a acertar pelo menos mais um golpe, e parecia que era o momento ideal de usar uma técnica que estava aprimorando as escondidas durante todo o tempo que esteve no mundo dos mortos. Na face do ‘’garoto prodígio’’ um aspecto diferente dos demais que já havia demonstrado em quaisquer ocasiões começa a aparecer, sendo ele bem assustador considerado por outras pessoas não acostumadas com tal, óbvio.
Agora ele com uma velocidade superior à relativística saltava passando por cima de seu mentor. Parecia que ele estava doido, nem ao menos tentou nada, aparentemente. Mas todos sabem que Maxwell não é idiota, ao perceber, o sujeito não estava mais tendo o controle de seus movimentos. E ali o garoto o puxava com todas as forças, quase que o fazendo cair. Mas não conseguiu logo na primeira tentativa. Ao elevar seu cosmo seu mestre perdia pouco a pouco suas forças, com seus ossos formigando de dor, embora não gritasse e nem ao menos demonstrasse. Ao que vinha parecendo, o garoto estava dominando o combate, e com mais um “puxão” o fazia ter seus ossos estalados, ainda não tendo os quebrado.
- Agora é a minha vez! – Indaga. Rapidamente dar um golpe com sua perna direita no queixo de seu mestre. – fazendo-o desabar sob o chão do inferno. – Agora o mesmo já se levanta, enquanto uma pequena luz parece queimar aqueles fios, os arrebentando.  Tal abre um pequeno sorriso no canto de sua boca que se encontrava tanto machucada pelo ataque que acabara de receber. Aparentemente com um aspecto sadio, caminhando em direção ao seu discípulo. Estica seu braço direito abrindo a palma de sua mão. – meio que dizendo que foi uma ótima luta – Aceita, o pegando e ambos acabam a se cumprimentar.
- Muito bom,  jovem. – Disse, virando e desfazendo tal. – Espero que nos próximos treinamentos possamos ter iguais ou melhores ainda,  Max.
- Obrigado, senhor.  Mas creio que não teremos igual a essa com toda a certeza... E sim muito melhores!



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Re: Prólogos de Max

Mensagem por The Chaos em Ter 12 Nov 2013 - 22:38

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Re: Prólogos de Max

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